Neuromarketing e George W. Bush

O ano é 2004. Os candidatos à presidência dos EUA são o democrata John Kerry e, pela reeleição, o republicano George Walker Bush. Eleitores foram entrevistados sobre em quem votariam no dia 02 de novembro.

Antes de expressarem suas intenções de voto, foram expostos a dois materiais: O primeiro, um comercial do ex-presidente republicano Lyndon Johson, que chocou os EUA ao colocar uma criança – Daisy, no ágio da Gerra Fria, contando flores em um jardim e, de repente, uma explosão nuclear a varreria do mapa. O segundo material foram algumas fotos e vídeos sobre os ataques de 11 de setembro, ainda fresco na memória dos entrevistados.

O resultado é óbvio, como as próprias urnas mostraram. Bush foi reeleito e com larga vantagem. Mas como? Por que? Será que é só pelo conservadorismo republicano?

Máquinas de ressonância e encefalogramas mostraram que uma quantidade considerável de sangue foi concentrada na região da amygdala, que fica no lóbulo temporal e é responsável por controlar sensações de ansiedade e medo, trabalhando em conjunto com a memória.

Nobre leitor, neuromarketing é (quase) tudo!

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